domingo, 28 de março de 2010

Atividades de Páscoa - Educação Infantil

Olá!!

É tempo de Páscoa!!
A Educação Infantil não poderia ficar de fora de um momento tão bacana como esse.
Por isso, aqui vão algumas sugestões para vocês desenvolverem
com seus pequenos durante esse período.
Aproveitem!







Feliz Páscoa!

Érika Alves e Wanessa Vilella
Coordenadoras Pedagógicas da Educação Infantil

sábado, 27 de março de 2010

É TEMPO DE PÁSCOA...


ABRAÇOS!!
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

SUGESTÃO


PARA O PROFESSOR REFLETIR E AGIR

  • Desenvolva atividades lúdicas com seus alunos.
  • Procure introduzir cada novo conteúdo de forma diferente.
  • Mude a disposição das cadeiras e mesas na sala de aula.
  • Faça os alunos participarem das aulas.
  • Troque de ambiente e dê aula no pátio da escola, por exemplo.
  • Explore cartazes, vídeos, filmes.
  • Traga jornais e revistas para a sala de aula.
  • Aproveite todo o ambiente escolar.
  • Crie aulas diferentes e divertidas.
  • Elabore situações problemas para os seus alunos resolverem.
  • Busque auxílio nos meios de comunicação.
  • Troque experiências com os colegas.
  • Valorize as opiniões de seus alunos.
  • Peça sugestões aos seus alunos quando for preparar suas aulas.
  • Faça trabalhos em pequenos grupos ou grupos sucessivos.
  • Solicite uma avaliação das suas aulas aos seus alunos.
  • Incentive e estimule a aprendizagem dos seus alunos.
  • Deixe transparecer que você acredita e valoriza o seu trabalho.

(Artigo de Maria Luiza Kraemer)

Abraços!

Coordenação Pedagógica

quarta-feira, 17 de março de 2010

PROJETO - "O BRASIL DE PORTINARI"

Projeto Portinari leva exposição e Bauzinho do Candinho ao ensino de São João da Barra


“O alvo de minha pintura é o sentimento. Para mim, a técnica é meramente um meio, porém um meio indispensável”. Dessa forma, José Candido Portinari definiu sua paixão pela arte e marcou a história do Brasil com seu legado de telas, pinturas e poesias, que tão bem retratam o país. Um pouco da história desse grande artista pode ser conferida na exposição “O Brasil de Portinari”, que apresenta 22 réplicas das telas do artista, e que fica em cartaz até o dia 30 deste mês no Palácio Cultural Carlos Martins, em São João da Barra, sempre de segunda a sexta, das de 9h às 11h e das 14h às 17h.
Na última quarta, dia 17, a coordenadora do Núcleo de Arte, Educação e Inclusão Social do Projeto Portinari, Suely Avelar, ministrou um seminário para orientar professores da rede municipal de ensino, a utilizar o Bauzinho do Pintor, como auxílio em sala de aula. O baú, ofertado a cada escola do município e bibliotecas dos centros culturais, contém material didático, caderno de orientação ao professor, catálogo linha do tempo, CD Rom de Viagem ao Mundo de Candinho, o livro Menino de Engenho, jogos relacionados ao trabalho do pintor, além de 25 pranchas com réplicas da obra do artista, que podem ser usadas de forma interdisciplinar no ensino do 6º ao nono ano e Ensino Médio.
A capacitação de professores continua nesta quinta, dia 18, às 9h, onde professores vão aprender a utilizar as pranchas com as pinturas para as aulas, em diversas disciplinas.
— Portinari só viveu de arte. Estudou como ouvinte na Escola Nacional de Belas Artes, onde se destacou com exposições no Salão Geral de Belas Artes, até fazer sua carreira de pintor, que teve início com sua primeira exposição no Salão, em 1922, onde recebeu uma menção honrosa por um retrato, que seria possivelmente de um amigo. No livro “Linha do tempo”, os professores podem abordar não só questões da vida de Portinari, mas fatos sociais e de artes importantes na história do Brasil e do mundo — explicou a coordenadora, durante a apresentação aos professores no Cine Teatro São João.
No Palácio Cultural, as escolas podem participar de visitas guiadas, que podem ser agendadas pelas escolas do município. Entre as obras, poderão ser vistos trabalhos importantes do artista como: “Descobrimento”, cujo original encontra-se na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, “Malhando Judas” (1940), “Fauna e Flora” (1934), “Crianças Brincando” (1956), “Meninos no Balanço” (1960), “Circo” (1940); as pinturas dedicadas à família, tais como: Retrato de João Candido com cavalos (1941), Retrato de Maria (1932), Auto-Retrato (1957), Denise a Cavalo (1960).
Essa é a terceira vez que o Projeto Portinari, que tem apoio da Petrobras, vem a São João da Barra. Segunda vez com a exposição “O Brasil de Portinari”. A exposição recente foi “Portinari – Pintor da Paz”.
Coordenação Pedagógica – A equipe da Coordenação Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação e Cultura comemora a parceria com o projeto, que pode ser um aliado à proposta de ensino da rede municipal. O tema gerador utilizado pelas escolas este ano é “Educação: Princípio, Atitude e Ação”, que já vem sendo desenvolvido através de Projetos Pedagógicos bimestrais, cujos subtemas são: “África – Brasil: Uma relação multicultural” (em desenvolvimento), “Futebol por um mundo melhor – Da Alemanha para a África”, “Cidadania: Atitude e Ação” e “Biodiversidade, Educação e Conscientização”.
Texto elaborado pela jornalista Carla Cardoso - Secretaria de comunicação
Revisão - Coordenação Pedagógica da SEMEC




Abraço!

Coordenação Pedagógica

quinta-feira, 11 de março de 2010

ROTINA SEMANAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL


Olá, Professores da Educação Infantil!
Aqui está a Rotina Semanal da Educação Infantil que será utilizada nas turmas deste segmento no município de São Joã da Barra.
Bom trabalho!


Abraços!
Érika Alves e Wanessa Vilella

Coordenadoras Pedagógicas da Educação Infantil

segunda-feira, 8 de março de 2010

ALFABETO - PEQUENOS TEXTOS

Olá pessoal!
Estamos postando uma sugestão de textos para trabalhar com as letras do alfabeto.
Utilize a criatividade e aproveite!


















Utilize a criatividade e aproveite!

Abraço

Coordenação do Ensino Fundamental

domingo, 7 de março de 2010

ORIENTAÇÕES - 1º ANO

As orientações abaixo foram distribuidas aos professores do 1º ano no Encontro Pedagógico do Ensino Fundamental. Devem auxiliar o trabalho do Professor antes, durante e depois dos trabalhos em sala de aula com seus alunos.


ORIENTAÇÕES PARA O TRABALHO COM O 1º ANO

1. QUANDO POSSO PEDIR QUE AS CRIANÇAS ESCREVAM?
Sempre. Deve-se analisar os níveis da escrita.

2. COMO FAÇO TODOS AVANÇAREM SE OS NÍVEIS DE CONHECIMENTO SÃO MUITO DIFERENTES?
Organizar os alunos em grupos e duplas que estejam em fase de alfabetização próximas.
O nome da criança e dos colegas é o ponto de partida.

3. FAZ SENTIDO OFERECER TEXTOS A ESTUDANTES NÃO ALFABETIZADOS?
Sim. Podem ser selecionados textos de acordo com o nível da criança, por ex., canções, poesias, parlendas, contar histórias com textos não-verbais.

4. COMO SELECIONAR E USAR OS TEXTOS EM SALA DE AULA?
Apresentar diversos gêneros (folhetos, embalagens, contos e manuais), mas aprofundar-se em um ou dois.Ex.: narrativas.
Analisar a experiência com a escrita que o aluno já teve, se freqüentou a Ed. Infantil.
Após analisar o nível da turma, trabalhar com textos de fácil compreensão.

5. A ESCOLA OFERECE VÁRIAS PRÁTICAS SOCIAIS DE ESCRITA?
A sala de aula deve ter um ambiente alfabetizador e o professor deve considerar o pouco acesso à cultura escrita que os alunos têm.

6. PRECISO ENSINAR OS NOMES DAS LETRAS?
O professor deve explorar sempre o alfabeto em suas aulas, explicando o som e o nome de cada letra.

7. AO FIM DO 1º ANO, TODOS OS ALUNOS DEVEM ESTAR ALFABETIZADOS?
Analisar :
Crianças que são expostas a textos e leituras variadas = reflexão sobre a língua e produção de textos.
Crianças que não têm contato com textos e não convivem com leitores = necessitam de mais tempo para aprender a ler e escrever.

A CRIANÇA LÊ PELOS OLHOS DO PROFESSOR PORQUE "AINDA" NÃO PODE FAZER ISSO SOZINHA.

Abraços
Coordenadoras: Débora e Tatiana

PROJETO PEDAGÓGICO

BOA DICA!!
ATENÇÃO PROFESSOR!
No site WWW.acordacultura.org.br você encontra diversos materiais para desenvolver o tema do Projeto Pedagógico do 1º bimestre - "AFRO-BRASILEIRO: UM POVO, UMA CULTURA, UMA HISTÓRIA"
Para a escola que possui a coleção de DVD TV escola há o DVD número 9, volume II -intitulado HERÓIS DE TODO MUNDO – A COR DA CULTURA. São 10 episódios de 2 minutos cada um.
Com uma linguagem ficcional que mistura elementos documentais, cada interprograma desta série relata a vida de uma personalidade negra já falecida, ressaltando sua importância nos cenários cultural, histórico,político ou científico do Brasil. A biografia deste personagem ganha corpo através de encenação, feita por uma celebridade viva que tenha sido, de forma subjetiva, influenciada pela vida ou trabalho desta figura histórica. São postos em cena, portanto, dois heróis por episódio. O projeto é uma parceria entre Canal Futura, Cidan, Seppir, TV Globo, Fundação Robeto Marinho e Petrobras.

A seguir a lista de personalidades negras:
José do Patrocínio Pixinguinha

Zumbi Mário de Andrade
- Auta de Souza
- João Cândido
- Francisco José Nascimento, Dragão do Mar
- Antonieta de Barros
- Lélia Gonzalez
- Benjamin de Oliveira
- Jackson do Pandeiro
- Lima Barreto
- Milton Santos
- André Rebouças
- Cruz e Souza
- Machado de Assis
- Teodoro Sampaio
- Tia Ciata
- Adhemar Ferreira da Silva
- Paulo da Portela
- Elizeth Cardoso
- Chiquinha Gonzaga
- Leônidas da Silva
- Juliano Moreira
- José Correia Leite
- Alejadinho
- Carolina Maria de Jesus
- Mãe Mininha do Cantois
- Mãe Aninha
- Luiz Gama

Utilize a criatividade e bom trabalho!
Abraços - Coordenação do Ensino Fundamental

sábado, 6 de março de 2010

Encontro Pedagógico - Educação Infantil


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O 1º Encontro Pedagógico da Educação Infantil de 2010 teve como objetivos compartilhar idéias e experiências, orientar e esclarecer as dúvidas que ocorrem no início do ano letivo.
A Coordenação Pedagógica da Educação Infantil orientou os professores a partir das Diretrizes deste segmento, citando a rotina, o planejamento anual, o plano interdisciplinar, as metas e a avaliação. A equipe abordou o tema do 1º bimestre, "A África está em nós", ressaltando a importância de histórias no trabalho das atividades diárias. Os professores a partir das idéias coletivas ali discutidas, organizaram o plano interdisciplinar da primeira semana letiva.
Agradecemos a todos os Professores da Educação Infantil e Educadores de Creche pela participação efetiva e parceria de sempre.
Bom início de ano letivo para todos nós!

Abraços!

Érika Alves e Wanessa Vilella
Coordenadoras Pedagógicas da Educação Infantil

Metas da Educação Infantil

Metas para a Educação Infantil - C1, C2 e C3

As atividades deverão ser elaboradas priorizando as competências e habilidades abaixo, para que os alunos cheguem ao final do ano letivo capazes de:

  • Ampliar as possibilidades de comunicação expressão, desenvolvendo a oralidade através das situações sociais;
  • Ler, escrever e identificar letras, palavras e textos ainda que não de forma convencional;
  • Escutar textos lidos, apreciando a leitura feita pelo professor;
  • Contar e recontar textos infantis (histórias, cantigas, parlendas etc.); utilizando a linguagem oral e da linguagem escrita registrando através de desenhos ou palavras ainda que não seja de forma convencional;
  • Familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores de texto;
  • Identificar e escrever seu nome nas diversas situações do cotidiano;
  • Produzir livremente a escrita;
  • Identificar e escrever os numerais de 0 a 9;
  • Associar número/ quantidade;
  • Identificar as cores;
  • Desenvolver o conceito de classificação (até 3 atributos);
  • Desenvolver o conceito de seriação (até 3 elementos);
  • Desenvolver a percepção auditiva, gustativa, olfativa, tátil e visual;
  • Identificar figuras geométricas.
Metas para a Educação Infantil - P1 e P2

As atividades deverão ser elaboradas priorizando as competências e habilidades abaixo, para que os alunos cheguem ao final do ano letivo capazes de:

  • Ler, escrever e identificar letras, palavras e textos ainda que não de forma convencional;
  • Elaborar perguntas e respostas de acordo com os diversos contextos em que participa;
  • Escutar textos lidos, apreciando a leitura feita pelo professor;
  • Familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores de texto;
  • Contar e recontar textos infantis (histórias, cantigas, parlendas etc.); utilizando a linguagem oral e da linguagem escrita registrando através de textos escritos ainda que não de forma convencional;
  • Identificar e escrever seu nome nas diversas situações do cotidiano;
  • Produzir livremente a escrita;
  • Identificar e escrever os numerais de 0 a 9;
  • Reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas e as contagens orais;
  • Desenvolver o conceito de classificação;
  • Desenvolver o conceito de seriação.

As competências acima se referem às áreas de Linguagem Oral e Escrita e Matemática.

A área de Natureza e Sociedade deverá ser aplicada de acordo com os temas trabalhados ou não, porém sempre contextualizada às demais.

As áreas de Música, Movimento e Artes Visuais deverão ser aplicadas adequando-se aos conteúdos das áreas de Linguagem Oral e Escrita, Matemática e Natureza e Sociedade.

A área de Identidade e Autonomia deverá ser desenvolvida diariamente, visto que visa à formação pessoal e social da criança.

Bom Trabalho!!

Érika Alves e Wanessa Vilella

Coordenadoras Pedagógica da Educação Infantil

Diretrizes da Educação Infantil

O professor de educação infantil tem que gostar de criança; respeitar a maneira da criança, ser, pensar e ver o mundo... Sentar no chão, cantar, dançar, brincar... Enfim, ser criança. Esse profissional deve ser capaz de construir uma relação que transmita segurança para a criança, valorizando seu potencial. O profissionalismo docente e suas exigências se aplicam a todos os educadores, tanto da Educação Infantil quanto dos demais. Porém, no caso da Educação Infantil, as competências que definem a atuação desse profissional possuem perfis próprios.

A relação e o estabelecimento de vínculo constituem, provavelmente, o recurso fundamental no trabalho com crianças pequenas. Por isso, a importância de um profissional comprometido e identificado com o trabalho de Educação Infantil.Para tanto, o mesmo deve desenvolver as seguintes ações:

  • Evitar atividades repetitivas e mecânicas;
  • Coordenação motora: evitar pontilhados. Trabalhar os movimentos do corpo;
  • Contextualizar os conteúdos;
  • Diversidade de textos (histórias, músicas, parlendas, adivinhações, etc);
  • Introduzir letra de forma maiúscula na escrita, mas não deixar de apresentar outras formas de escrita: forma minúscula, manuscrita maiúscula e minúscula;
  • A letra manuscrita deverá ser utilizada apenas no P2, após a criança reconhecer todas as letras do alfabeto num contexto;
  • Desenvolver corretamente o traçado das letras manuscritas quando forem utilizadas no P2;
  • Observar ao longo de cada semestre, os níveis de leitura, escrita e oralidade;
  • Ao trabalhar cores, formas geométricas, numerais, o professor deverá apresentar sempre mais de uma possibilidade. Ex: Se vou trabalhar a cor vermelha devo apresentá-la juntamente com outras cores. Se vou trabalhar o numeral 3, deve-se apresentá-lo na reta numérica onde estão os numerais de 0 a 9.
  • Relação TODO/PARTES - Quando utilizar quebra-cabeça deve-se nas primeiras atividades mostrar um já montado para facilitar a aprendizagem do jogo. Como exemplo, temos as letras e as palavras. Não deve haver preocupação com a seqüência das letras do alfabeto, assim como dos numerais, pois são encontrados num contexto e não isoladamente. Por isso a importância do trabalho com rótulos, cartazes etc.
  • Explorar sempre o alfabeto fazendo a relação do som e o nome de cada letra (consciência fonológica);
  • Ambiente alfabetizador;
  • Utilizar um livro de literatura infantil, com objetivos e contextualização dos conteúdos;
  • Elaborar no início do ano letivo o Planejamento Anual, utlizando os conteúdos mínimos e adequando-se aos temas bimestrais propostos pela Coordenação Pedagógica da Educação Infantil;
  • Plano interdisciplinar semanal ou quinzenal; Interdisciplinaridade (desenvolver os possíveis conteúdos dos eixos de trabalho a partir de um contexto);
  • Projeto: trabalhar tema gerador;
  • Os alunos do P2, ao final do ano letivo, farão a Atividade Avaliativa da Educação Infantil que será elaborada pela Coordenação Pedagógica deste segmento;
  • Os alunos do C3 e P1 receberão uma pasta catálogo, onde devem estar arquivadas as atividades diversificadas fornecidas pela Coordenação Pedagógica da Educação Infantil, visando o desenvolvimento das habilidades dos mesmos e o alcance das metas deste segmento;
  • A organização dos conteúdos deve ser feita a partir dos eixos de trabalho:

Ø Identidade E Autonomia

Ø Linguagem Oral E Escrita

Ø Matemática

Ø Natureza E Sociedade

Ø Movimento

Ø Música

Ø Artes

• Organizar as aulas a partir da rotina diária.

Bom Trabalho!

Érika Alves e Wanessa Vilella

Coordenadoras Pedagógicas da Educação Infantil

Encontro Pedagógico - Ensino Fundamental

No Encontro Pedagógico alguns professores participaram de uma dinâmica muito legal e criativa.
Dentro do Tema " Leituras Compartilhadas", a abordagem principal foi a cultura da África e assim,todos teriam que contar uma história em sequência, utilizando vocábulos de origem africana. A brincadeira foi divertida e resultou num texto super legal!! E o melhor é que os professores poderão utilizá-lo com os alunos em sala de aula para desenvolver o Projeto Pedagógico: " Afro-Brasileiro: um povo, uma cultura, uma história"


TEXTO ELABORADO

NOSSAS RAÍZES
"ERA UMA VEZ UMA MENINA CHAMADA NÚBIA QUE DESCOBRIU QUE O SAMBA TINHA ORIGEM AFRICANA.
ELA CHEGOU À CIDADE DE SÃO JOÃO DA BARRA E PERCEBEU QUE MUITAS PESSOAS NA CIDADE TAMBÉM GOSTAVAM DE ALGUNS ELEMENTOS DE ORIGEM AFRICANA, INCLUSIVE, APRECIAVAM BEBER CACHAÇA.
NÚBIA TINHA UM GRANDE SONHO,CONHECER A CIDADE DE SALVADOR, NA BAHIA, E EXPERIMENTAR O FAMOSO ACARAJÉ, FEITO POR LINDAS BAIANAS NEGRAS.
COMO ELA NÃO PODIA IR À SALVADOR, FICOU POR AQUI MESMO E DECICIU CONHECER A PRAÇA DE SÃO JOÃO BATISTA, ONDE VIU MUITAS PESSOAS REUNIDAS, E NAQUELE MOMENTO ACABOU CONHECENDO O ABADÁ, DESCOBRIU, ENTÃO, O QUANTO ERA MARAVILHOSO DANÇAR NESTE LUGAR. DANÇOU TANTO QUE ACABOU CAINDO DO TAMANCO.
DEPOIS DE TANTA DIVERSÃO, NÚBIA FOI PARAR POR ENGANO NUM CATIVEIRO, MAS LOGO CONSEGUIU SAIR DE LÁ, E, APESAR DE TODA ANIMAÇÃO DO CARNAVAL, VIU QUE SÃO JOÃO DA BARRA TAMBÉM É UMA CIDADE DE MUITAS IGREJAS E RELIGIOSIDADE, QUIS ENTÃO, CONHECER A HISTÓRIA E A RELIGIÃO DESTA CIDADE.
MESMO SENDO UM LUGAR TÃO INTERESSANTE E DE MUITA RELIGIOSIDADE, NÚBIA FOI APRESENTADA AO CACHIMBO E RESOLVEU FUMÁ-LO, PORQUE DESCOBRIU QUE OS NEGROS, ANTIGAMENTE, TAMBÉM FUMAVAM CACHIMBO, MAS FICOU COM MEDO DE SER ROTULADA, POR CAUSA DO PRECONCEITO E DESISTIU.
A MENINA TAMBÉM FICOU EUFÓRICA QUANDO CONHECEU A CHIBATA E VIU COMO ERA MESMO A HISTÓRIA DOS AFRO-DESCENDENTES QUANDO CHEGARAM AQUI, MEDIANTE TANTO SOFRIMENTO.
TERMINANDO SUA PASSAGEM POR SÃO JOÃO DA BARRA, ELA VIU O QUANTO FOI BOM CONHECER A HISTÓRIA DESTE MUNICÍPIO E A INFLUÊNCIA QUE A CULTURA AFRO DEIXOU NESTE LUGAR."
autor: Professores de São João da Barra

Parabéns professores!! Não esqueçam que juntos podemos fazer a diferença.

Abraço - Coordenação Pedagógica


Orientações pedagógicas para os professores do Ensino Fundamental

Olá pessoal!
Como havíamos combinado, estamos publicando alguns materiais oferecidos no Encontro Pedagógico realizado em 24/03/2010.
ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS
Alguns aspectos:
PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO
- O Planejamento Pedagógico Anual deverá ser compartilhado com todos os professores e dividido por bimestres;
- Os temas dos Projetos Pedagógicos de cada bimestre deverão ser inseridos no planejamento;
- Deverá ter uma cópia do planejamento na escola para acompanhamento da equipe pedagógica (OP, coordenação pedagógica, direção).
DIÁRIO DE CLASSE/ REGISTROS
- O diário é um documento que deverá estar sempre atualizado e sem rasuras. Além disso, deverá estar sempre na escola;
- No diário fica registrada a “vida escolar” do aluno (notas, freqüência, conteúdos). Para facilitar o trabalho e não ocorrer problemas desagradáveis no fim do ano para professor e aluno, seja sempre coerente quanto a exatidão do que deverá se registrado;
- Apenas os conteúdos estudados diariamente deverão ser registrados no diário. Cuidado para não confundir estratégia com conteúdo. (EX: 1-adição e subtração = conteúdo / exercícios de matemática com material concreto = estratégia para trabalhar o conteúdo adição e subtração /, 2
– livro de Português pág10 –não é conteúdo);
- Se apenas os conteúdos ficarão registrados no diário, as estratégias utilizadas, e uma breve avaliação do desenvolvimento das aulas, dos alunos e do trabalho do professor deverão ser registrados a parte, através de caderno ou fichas de registros. Vale lembrar que a avaliação deve ser diária, ao longo do processo de aprendizagem, e não apenas sistemática ao final do bimestre.
AMBIENTE DE TRABALHO
- Mesmo que a sua sala de aula não seja aquela tão sonhada, procure oferecer não só para seu aluno, mas para você mesmo um ambiente aconchegante, lúdico, sedutor, capaz de despertar a vontade de trabalhar e aprender de maneira feliz.
- Ofereça um ambiente alfabetizador com o máximo de recursos visuais para facilitar a aprendizagem de seu aluno (cartazes com letras, numerais,símbolos, variados portadores de textos, calendário, etc).
- O ALFABETO é indispensável na sala de aula de qualquer ano de escolaridade do Ensino Fundamental. O aluno precisa sempre recorrer a este recurso.
Lembrando as sábias palavras da filósofa Viviane Mosé: “... deixe ser seduzido pelo seu trabalho”. Aí sim, quem sabe você não perceba que é preciso fazer os “biscoitos que fazem aprender a ler”? Ou então, descubra bem próximo da realidade de seus alunos o melhor caminho para o sucesso escolar.
Abraços
Débora, Criscilamara, Regina e Tatiana (coordenadoras Pedagógicas – SEMEC)

sexta-feira, 5 de março de 2010

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DO 1º ANO


A coordenação Pedagógica da SEMEC realizou no mês de dezembro de 2009 a AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA em algumas Unidades Escolares, com alunos do 1º Ano (alfabetização). Agradecemos aos alunos, professores e diretores que contribuiram com o trabalho.
O resultao será divulgado em breve para os professores que estão atuando em 2010 com as turmas do 1º ano, independente se tenha trabalhado ou não com a turma no ano anterior). O nosso objetivo é partilhar com todos, por meio de uma mostragem, a experiência e os resultados obtidos.
Vamos juntos refletir sobre:
- O que foi bem trabalhado com os alunos?
- Em que se sairam melhor ou pior?
- O que precisa ser modificado no planejamento das aulas?
- O que dificulta o desenvolvimento do processo de alfabetização dos meus alunos?
- O que é importante o meu aluno aprender?
- MEUS ALUNOS CONSTRUÍRAM AS COMPETÊNCIAS BÁSICAS DO PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA?

Durante a aplicação das avaliações as coordeanadoras fizeram alguns registros com fotos e opiniões de alunos e professores que participaram da Avaliação:

"Eu achei a atividade fácil e muito maneira" (YURI)

"Eu achei a prova mais fácil que a da minha professora.Rsrs" (Ryan)

" Gostei da avaliação, porque está no nível de aprendizagem da minha turma. Foi uma pena alguns alunos terem faltado à escola." (Professora Maria da Conceição Camilo - E.M.Manoel A. Rangel)

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quarta-feira, 3 de março de 2010

Olimpíada da Língua Portuguesa


São João da Barra participou ontem, dia 02 de fevereiro de 2010 da Abertura oficial da Olimpíada da Língua Portuguesa que aconteceu na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro.
A coordenadora Pedagógica responsável pelo Programa no município, Tatiana Paixão, esteve presente representando a Secretaria de Educação. O evento contou, ainda, com a participação do Ministro da Educação Fernando Haddad, além dos parceiros das Olimpíadas.
A Olimpíada da Língua Portuguesa é resultado da parceria entre o Ministério de Educação (MEC), a Fundação Itaú Social eo Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC) e tem como objetivo proporcionar ensino de qualidade para todos. É uma das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação, idealizado para fortalecer a educação do país.
No ano de 2009, a coordenadora Tatiana participou de dois encontros de formação presencial, onde estiveram presentes outros técnicos representantes dos municípios do Estado do RJ.
A previsão para 2010 é a participação de 120 mil escolas do Brasil. Participarão alunos do 5º e 6º ano, concorrendo com o gênero textual poema, 7º e 8º ano com memórias, 9º ano do Ensino Fundamental com crônicas. As Escolas Estaduais também poderão participar com as turmas do Ensino Médio, cujos gêneros a serem produzidos serão crônica (1º ano) e artigo de opinião (2º e 3º ano). Em São João da Barra há uma previsão de participação de 1.196 alunos das escolas municipais e 2.819 alunos das escolas estaduais.
O tema deste ano é "O lugar onde vivo", a Secretaria de Educação está cadastrada no Programa e agora é a vez dos professores de Língua Portuguesa e professores do 5º ano do Ensino Fundamental que participarão da formação com a coordenadora Tatiana Paixão, nos dias 07 e 14 de abril, às 9h, na SEMEC, após a formação, os professores terão até o dia 14 de maio para se cadastrarem no site do escrevendo o futuro.
Após a formação, os professores trabalharão os gêneros textuais com seus alunos para que estes iniciem as produções dos textos que serão selecionados em 5 etapas (escolar, municipal, estadual, regional e nacional). Até 500 alunos das escolas de todo o Brasil irão para a etapa regional, os semi-finalistas se encontrarão em 4 Estados (Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza), em novembro deste ano, onde produzirão textos e selecionados para a próxima etapa em Brasília, onde acontecerá a final, lá, estarão os 152 alunos dos quais sairão apenas 22 vencedores que serão premiados e poderão ter seus textos publicados.
Contamos com a participação efetiva das escolas municipais e estaduais e esperamos ter entre os finalistas alguns de nossos alunos.

segunda-feira, 1 de março de 2010

SORRIA OU CHORE. VOCÊ ESCOLHE!




Eu resolvi sorrir,
afinal chorar pra quê?

OBRIGADA A TODOS!


















Quero agradecer a atenção com a Coordenação Pedagógica da EJA, durante o encontro para apresentação do Projeto Pedagógico do 1º quadrimetre de 2010. Com grande satisfação espero podermos estar juntas mais vezes.

Agradeço também a sua disposição para a realização das atividades.

0brigada. Receba um forte abraço.

Coordenação Pedagógica.

UMA HISTÓRIA PARA SER CONTADA

Estado do Rio de Janeiro
Prefeitura Municipal de São João da Barra
Secretaria Municipal de Educação e Cultura

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

PROJETO: UMA HISTÓRIA PARA SER CONTADA


1. OBJETIVO: Elaborar um memorial, uma proposta para que o indivíduo escreva sobre si mesmo situando-se histórica, geográfica e socialmente no mundo em que está inserido. Exercício de autoconhe...


2. ETAPAS PARA CONSTRUÇÃO DO MEMORIAL.


1. IDENTIFICAÇÃO

2. INTRODUÇÃO

3. FORMAÇÃO EDUCACIONAL

4. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

5. PERSPECTIVAS DE ESTUDO

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O foco para se definir uma política para a educação de jovens e adultos e para a formação do educador da EJA deveria ser um projeto de formação que colocasse a ênfase para que os profissionais conhecessem bem quem são esses Jovens e Adultos, como se constroem como jovem e adulto e qual a historia da construção desses jovens e adultos populares. (Arroyo-2006, p.25)

Memorial pessoal:
Onde relatam em forma narrativa livres suas vidas dando ênfase ao aspecto educacional. Com caráter de análise e reflexão que mostre qual é a sua trajetória pessoal.

Memorial Descritivo:
Elaborar um memorial descritivo é reconstituir a própria existência.
É um retrato crítico do indivíduo visto por múltiplas facetas através dos tempos.
Levar em conta as condições, situações e contingências que envolvam o desenvolvimento profissional.
Destacar relações estabelecidas com o mundo que possibilitem a construção do profissional.
Memorial é auto-avaliativo e acaba se tornando um instrumento confessional de sonhos.

Memorial Fotográfico:

Exemplo de memorial, pois torna-se um exemplo porque é das formas mais comuns de prestar uma homenagem a alguém. Tipo de memória que vemos quase por todo o lado. Faça o seu projeto com as suas fotos. De cara para o mundo, toda a gente olha a minha cara, em escultura, sou apenas uma memória...
Que tal fazermos um álbum de tipos de profissões encenadas por alunos.

Memorial Fotográfico Histórico:

Uma pesquisa pela cidade de tipos de memoriais existentes: estátuas, bustos, placas, nome de ruas, nome de prédios, e que tipos de profissionais se envolveram na construção dessa memória. A sua história pode estar envolvida na história de sua cidade!

CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS A PARTIR:

CONHECIMENTOS PRÉVIOS
AUTONOMIA
AUTO-ESTIMA
RELAÇÃO PROFESSOR/ALUNO
PRÁTICA NA PERSPECTIVA DE FORMAÇÃO DO CIDADÃO
RELAÇÃO ENTRE SABER ESCOLAR RELAÇÃO COM O TRABALHO.
INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA

SUGESTÕES DE ATIVIDADES:

OBS. O grau de dificuldades e adequação depende de cada ano/fase e nível da turma.

MATEMÁTICA - PROBLEMAS CRIATIVOS E LÚDICOS: QUE PROPORCIONE A SOCIALIZAÇÃO.

*Soma de abdominais: Como parte de seu programa de ginástica, Beto decidiu fazer abdominais toda manhã. Em 1o de agosto ele fez apenas uma; no dia 2 de agosto fez três abdominais; no Dia 3 de agosto ele fez cinco e no dia 4 de agosto fez sete.
Suponha que Beto tenha continuado a aumentar o número de abdominais a Cada dia, seguindo este padrão durante todo o mês da abril. Quantas abdominais ele fez no dia 15 de abril? Quantas abdominais ele fez até o dia 15 de agosto?


*Se convidarmos um grupo de amigos para o nosso jantar de anos e quisermos preencher uma mesa de quatro pessoas, podemos ter de escolher os nosso três companheiros de entre cinco amigos. Mas o António está zangado com a Beatriz, sua antiga namorada. E esta e o Carlos são inseparáveis. Ora o Carlos, que é amigo do António, está de relações cortadas com o Daniel. E este, por seu turno, não dá um passo sem trazer consigo a Eduarda, que não pode ver o António à frente. Como se resolve este quebra-cabeças?»

* Tempo Cronológico


GEOGRAFIA:

*Entrevista de qualidade com profissionais da área portuária.

*Memorial geográfico com gráfico de localização de Estados e cidades que alguns dos alunos moraram ou trabalharam (existem pessoas que já moraram em vários lugares do país e seria legal trabalhar essa rota em sala com a turma.)

*Levar os alunos a situar – se geograficamente usando variados pontos de referencia dentro do território nacional.


HISTÓRIA: Sua voz sua vez! Estudo, pesquisa e Registro do aluno cidadão. Tudo seguindo por:

*Uma linguagem atraente (coloquial, divertida) – requisito fundamental para fazer o aluno se envolver e querer apropriar-se, aprofundar-se, do conhecimento ali inscrito.

*Um trabalho em conjunto da expressão verbal e não verbal, da referencial e da metafórica;
*Uma introdução, para posterior aprofundamento, do conceito de ideologia, já que a linguagem é por ela permeada, sendo um eixo de unidade fundamental na abordagem dos conteúdos das duas disciplinas;

*A possibilidade de traçar uma visão geral do percurso do estudo feito e os tipos de relações humanas decorrentes deste processo.

*Levar o aluno a situar – se historicamente w socialmente no mundo. Explore temas e conteúdos relacionados ao assunto.

ARTE:
*A arte de fazer um blog. O blog fala de você!

*Como você vê o trabalho de criação de uma platéia? EX:Torcida organizada

*Arte culinária. Culinária também é cultura, milenarmente as receitas foram transmitidas de geração em geração, antes de surgirem a imprensa e os livros de receitas.

*Reflexão sobre imagens de denotação filosófica; ex. Mito da caverna.

* Análise dos artigos dos Direitos Humanos.

*Biografia de pessoas locais.

*Uso de reportagens sobre pessoas da localidade.

EDUCAÇÃO FÍSICA:

* A Criação de Jogos no Contexto Escolar. Incentivo a recriar.

*Ou reinventar novas técnicas e usos de jogos.

*Introduzir novos caminhos e métodos de determinada atividade física.

* Diferenças físicas de cada um e suas influência nas habilidades motoras.

INGLÊS:

*O que seu aluno aprendeu dessa língua cada vez mais necessária aqui entre nós?
Ex. Tradução de músicas ou poemas específicos para o projeto.

PORTUGUÊS: MEMORIAL – Sua construção e sua correção.

*Bibliografia e a diferença para um memorial descritivo.
*DINÁMICA:
Faça um grande arco com as cadeiras, distribua pequenas folhas de papel em branco, e peça aos alunos pra escreverem em segredo o que ele desejaria para a classe durante o período letivo. Depois começando pelas pontas do arco, você faria a troca dos bilhetes, só que cada par leria para o outro o que ele mesmo escreveu, recaindo sobre ele o próprio desejo. Ao final discutiria com a turma os bons e maus desejos.

*Fábulas contemporâneas.

*TRIBUNAL DO SABER:
Tente fazer com que os alunos deixem de ser os receptores e passem a ser uma parte integrantes da aula. Divida os alunos em grupos e peça-lhes que escolham temas relacionados com a matéria, depois é fazer uma votação para ver qual o tema foi escolhido, a partir daí, é simples, faça uma espécie de prós e contras, isto é, um grupo terá que defender a sua posição favorável ao tema, e o outro grupo terá que defender o contrário. Geralmente, os alunos gostam deste tipo de intercâmbio de idéias. Faça como se tivessem num tribunal de opinião, de um lado os prós e de outro os contras, frente a frente.


Obs. O uso de dinâmica é muito bom para o desenvolvimento intra e interpessoal. Trabalhe mais com elas!

CIÊNCIAS:

*Diferenças entre pessoas (genética)

*Evolução da escrita uma descoberta científica.

Textos:
Coleção Cultura e Trabalho

Retirado da coleção cadernos de EJA disponível na Internet.
Existe um link em nosso blog para essa página.
PESQUISE E USE É FEITO PARA VOCÊ PROFESSOR!


PERGUNTAS DE UM TRABALHADOR QUE LÊ.

TEXTO 15
Bertold Brecht

Quem construiu a Tebas de sete portas?
Nos livros estão nomes de reis.
Arrastaram eles os blocos de pedra?
E a Babilônia vária vez destruída. Quem a
reconstruiu tantas vezes? Em que casas da Lima
dourada moravam os construtores?
Para onde foram os pedreiros, na noite em que
a Muralha da China ficou pronta?
A grande Roma está cheia de arcos do triunfo.
Quem os ergueu? Sobre quem triunfaram os
césares?
A decantada Bizâncio tinha somente palácios para
os seus habitantes? Mesmo na lendária Atlântida
os que se afogavam gritaram por seus escravos
na noite em que o mar a tragou.
O jovem Alexandre conquistou a Índia.
Sozinho?
César bateu os gauleses.
Não levava nem sequer um cozinheiro?
Filipe da Espanha chorou, quando sua Armada
naufragou. Ninguém mais chorou?
Frederico II venceu a Guerra dos Sete Anos.
Quem venceu além dele?
Cada página uma vitória.
Quem cozinhava o banquete?
A cada dez anos um grande Homem.
Quem pagava a conta?
Tantas histórias.
Tantas questões.


A CULINÁRIA TAMBÉM É CULTURA

Cozinhar é uma arte: é preciso ter
“mão” para doces e salgados. Milenarmente
as receitas foram transmitidas
de geração em geração, antes de surgirem
a imprensa e os livros de receitas. Mas
os hábitos alimentares também foram se
alterando de geração em geração: pratos
antigos caíam em desuso, como a vitela com
purê de rosas dos romanos ou o pão com
cebola e cerveja dos antigos egípcios. E também
a cada geração foram surgindo pratos
novos, principalmente quando se difundiam
novos ingredientes, como o açúcar que
o Ocidente recebeu primeiro do Oriente e
depois das Américas, ou o milho, a batata,
a mandioca e o tomate, conhecidos só nas
Américas antes de sua “descoberta” por
Colombo.
Alguns pratos tradicionais brasileiros
têm origens curiosas. A feijoada, o prato
nacional das grandes ocasiões, surgiu nas
senzalas: as negras aproveitavam as partes
do porco que os brancos desprezavam e
jogavam fora, como os pés, rabo, orelha,
focinho.... O cuscuz paulista era o prato
habitual dos bandeirantes em suas prolongadas
expedições, pois seus ingredientes, a
farinha de milho e o peixe seco, conservados
em alforjes de couro, não se deterioravam
e se mantinham comestíveis durante
muito tempo.
Os conventos de freiras, na Colônia,
eram palco de experimentações culinárias
com o então novo ingrediente, o açúcar. O
antropólogo Gilberto Freyre anotou que as
referências mundanas ficaram evidenciadas
em nomes de doces como “baba de
moça” e “beijo de frade”.
Cultura e culinária


TEXTO 5
Receitas são transmitidas de geração em geração há séculos

Renato
Pompeu
Foi lançado em Curitiba o projeto Mercado
Alternativo do Movimento Hip-Hop
Organizado do Brasil, o MH20, cujo objetivo
é promover, por meio da cultura do hiphop,
a montagem de uma cadeia produtiva.
Cerca de 140 jovens, com idade entre 16 e 24
anos, desempregados, de baixa renda e que
nunca tiveram a carteira de trabalho assinada,
participaram da primeira fase do projeto.
Depois, são selecionados no máximo cinqüenta
participantes para atuar nas seis empresas
que serão administradas por eles.
Os ramos de atuação das empresas são:
serigrafia, estúdio de gravação de CD, estúdio
de vídeo, eventos, adereços, e uma loja – que
irá escoar toda a produção de roupas, acessórios,
documentários e videoclipes, entre outros
produtos. Tudo seguindo o estilo da cultura
hip-hop. Os participantes receberão qualificação
profissional para administrar um pequeno
negócio.
O projeto prevê aulas diárias: teoria no
período da manhã e prática à tarde, sobre
como administrar empreendimentos, escolher
fornecedores, determinar preços dos produtos,
como lidar com concorrentes, entre outros
temas. Terminado o projeto, as empresas continuarão
no mercado, com o acompanhamento
e o suporte do MH2O.
O MH2O faz parte do programa Empreendedorismo
Juvenil, do Ministério do Trabalho e
Emprego, MTE, vertente do Programa Nacional
de Estímulo ao Primeiro Emprego.

Extraído do site: http://www.mte.gov.br
Jovens de baixa renda iniciam atividades do
projeto MH2O, baseado no mundo do hip-hop.


ESTÉTICA DO OPRIMIDO
A arte e o trabalho
TEXTO 12
Para além do palco fica o ser integral

O ser humano, diferentemente de todas
as outras espécies de animais, é capaz
de se ver agindo, de analisar a situação em
que se encontra e, como um diretor, dirigir
a ação. Como figurinista tenta adequar sua
aparência à situação e ao cenário onde vai
atuar. Como dramaturgo produz o texto
conforme a ocasião. Como ser humano é
capaz de representar a realidade, recriar o
real em imagem, para entender sua existência
e imaginar sua ação futura.


Recriar o mundo
O Teatro do Oprimido atua nesse sentido,
estimulando as pessoas a descobrirem
o que já são, a revelarem para si próprias
que são potência, que, por serem capazes
de metaforizar o mundo, ou seja, de representá-
lo, são capazes de recriá-lo. O objetivo
é que essa descoberta ou redescoberta
permita que cada um se aproprie do que originalmente
é seu: a capacidade de ver-se
agindo, de analisar e recriar o real, de imaginar
e inventar o futuro. Para ajudar cada
um a descobrir essa potência e capacidade
transformadora, promovem-se atividades
artísticas em quatro eixos:

1. Palavra: falada/escrita: os participantes produzem poesias, poemas, reflexões: “o que mais me impressionou” (relato sobre situações
que impressionam os participantes no dia-a-dia), “declaração de identidade”
(carta para algum interlocutor – conhecido ou não – com descrição do remetente), artigos, contos, além de textos dos espetáculos.

Augusto Boal dirigindo Sérgio Ricardo no Teatro de Arena. São Paulo, 1968.

2. Imagem: atividades de artes plásticas, com produções de desenhos, figuras,
criação de esculturas a partir de objetos encontrados; fotografia – análise do
mundo que nos cerca e, criação de cenas e espetáculos.

3. Som: sonoridade: pesquisa sonora, descoberta do potencial da voz, instrumentos existentes / inventados, música e criação de dança a partir de movimentos da vida cotidiana.

4. Ética: diálogos / conversação: promoção de encontros com especialistas e promoção de centros de estudos de: filosofia, história, ecologia, economia, política e vida social. O trabalho da estética do oprimido vem sendo desenvolvido de maneira experimental desde 2003, com integrantes dos Grupos Populares de Teatro de Oprimido coordenados pelo CTO – Rio, no Rio de Janeiro, assim como em workshops internacionais.

Teatro do Oprimido
Método estético que sistematiza exercícios, jogos e técnicas teatrais que objetivam a desmecanização física e intelectual de seus praticantes, e a democratização do teatro. O TO cria condições práticas para que o oprimido se aproprie dos meios de produzir teatro e assim amplie suas possibilidades
de expressão. Além de estabelecer uma comunicação direta, ativa e propositiva entre espectadores e atores.

Fonte P http://www.ctorio.org.br/ Compõem a metodologia

Teatro jornal
Conjunto de nove técnicas para teatralizar notícias de jornal e para perceber os significados ocultos de cada uma. Criada em 1971, no teatro de Arena de São Paulo, esta técnica foi muito usada na época da ditadura militar brasileira para revelar informações distorcidas pelos jornais à época, todos sob censura oficial.

Teatro imagem
Técnica teatral que transforma questões, problemas e sentimentos em imagens concretas.A partir de leitura da linguagem corporal, busca-se a compreensão dos fatos, porque a imagem é real enquanto imagem.

Teatro invisível
Teatralização de uma cena do cotidiano apresentada no local onde realmente poderia acontecer, sem que se identifique como evento teatral. Desta forma, os espectadores são reais participantes, reagindo e opinando espontaneamente à discussão provocada pela encenação.

A GEOGRAFIA DO SABOR

TEXTO 14
NORTE
NORDESTE
CENTRO-OESTE
SUDESTE
SUL
Um mapa gastronômico do Brasil

MANIÇOBA
Região Norte
(15 porções)
Ingredientes
• 20 maços grandes de folha de maniva
(mandioca)
• 1/2 kg de toucinho fresco, de porco,
sem o couro
• 1 kg de lombinho de porco
• 1 kg de lingüiça de porco fresca
• 1 kg de costelas de porco frescas
• 1/2 kg de chouriço
• 1 kg de bucho
• 1 kg de charque magro
• 250 g de toucinho defumado magro
• 2 rabos de porco frescos
• 3 paios
• 3 folhas grandes de louro
• 2 cebolas grandes
• 4 dentes de alho grandes
• 1 pimentão verde grande
• 3 tomates grandes, maduros e firmes
• 1 colher (sopa) bem cheia
de banha de porco
• 1 colher (chá) cheia de cominho em pó
• pimenta-do-reino preta em grãos
• sal
Preparo
Lave bem as folhas de maniva sem os talos
e passe pela máquina de moer carne,
chapa fina. Coloque em um panelão com
bastante água. Logo que ferver, junte 1 colher
(sopa) cheia de sal e o toucinho fresco
cortado em pedaços pequenos. Cozinhe
em fogo bem brando durante quatro dias.
À medida que for secando, acrescente
mais água. No quarto dia, escalde três
vezes as carnes.
Lave bem o charque para retirar o excesso
de sal. Corte o lombinho, o bucho e o charque
limpos, em pedaços médios.
Corte a lingüiça em roletes e separe as costelas
de duas em duas.
Acrescente à maniva primeiro as carnes
mais duras (como o charque) e depois os
rabinhos de porco, as costelas, o bucho e
o lombinho de porco.
Por último, acrescente a lingüiça, o chouriço,
o pedaço de toucinho defumado sem
o couro e os paios inteiros.
Na panela, coloque o louro aos pedaços e
água que dê para cobrir as carnes.
Quando tudo estiver cozido – vá acrescentando
um pouco mais de água conforme o
necessário – e quase sem caldo, derreta a
banha de porco, esquente e doure o alho
socado com 1 colher (sopa) cheia de sal,
junto com as cebolas batidinhas.
Junte o pimentão e os tomates bem picados,
tempere com o cominho e 1 colher (chá)
cheia de pimenta-do-reino moída na hora.
Refogue tudo muito bem e misture com a
maniçoba. Mexa e prove o sal. Sirva quente,
com arroz branco simples, farinha-d’água e
molho de pimenta.

PAMONHADA
Região Centro-Oeste
(12 porções)
Ingredientes
• 36 espigas de milho verde duro, com as
palhas
• 1/2 kg de banha de porco
• 1 queijo minas
• sal
Preparo
Rale o milho e raspe os sabugos com faca
afiada. Derreta e esquente a banha de
porco e misture com a massa de milho.
Tempere com sal, a gosto.
Acrescente o queijo cortado em cubinhos
e mexa bem. Separe as palhas de milho
mais tenras, as que ficam mais próximas
do sabugo. Ajeite uma palha dentro da
outra, com as pontas para fora.
Coloque no centro das palhas casadas uma
concha rasa de massa de milho.
Dobre as bordas e as pontas para dentro, uma
sobre a outra, e amarre como um embrulhinho.
Cozinhe em bastante água fervente.
A pamonha está cozida quando a palha
ficar toda amarela e meio murcha. Retire
para uma peneira de tala e deixe escorrer.
Sirva quente, morna ou fria.
No lugar de queijo, pode-se empregar carne
de porco (1 kg) picadinha e frita, ou
lingüiça de porco (1 kg) cortada em rodelinhas
e também frita.

VIRADO À PAULISTA
Região Sudeste
(12 porções)
Ingredientes
• 1 kg de feijão-mulatinho selecionado e
lavado
• 3 folhas grandes de louro
• 6 dentes de alho grandes
• 2 cebolas grandes
• 1 maço bem grande de cebolinha verde
• 1 kg de toucinho defumado magro e
sem o couro
• o couro do toucinho
• farinha de milho flocada
(amarela ou branca)
• pimenta-do-reino preta em grãos
• sal
Preparo
Cozinhe o feijão em 3 litros de água com
1 colher (sopa) cheia de sal, o louro e o
couro do toucinho, até que os grãos
estejam macios, porém inteiros.
Pique o toucinho em bastões curtos e
grossos e frite até obter torresmos bem
sequinhos.
Soque o alho com 1 colher (chá) rasa de
pimenta-do-reino moída na hora e com
1 colher (sopa) cheia de sal. Doure essa
pasta de alho na gordura dos torresmos,
junto com as cebolas batidinhas.
Misture esse refogado com os grãos do
feijão (apenas os grãos) e acrescente a
cebolinha cortada miudinho e 3 xícaras
cheias com o caldo do feijão.
Abaixe o fogo de médio para brando e
vá adicionando farinha de milho, sem
parar de mexer com colher de pau até
obter um virado bem úmido. Sirva bem
quente, com os torresmos por cima.

SIRI NO BAFO
Região Sul
(8 porções)
Ingredientes
• 24 siris
• 4 limões grandes, cortados em gomos
Preparo
Ferva bastante água num caldeirão grande
colocado sobre a trempe de três pedras
sob a qual se armou o fogo forte.
Cubra o caldeirão com uma peneira grande,
de tala, e aí vá arrumando aos poucos
os siris bem lavados.
Quando os siris ficarem vermelhos, é sinal
de que estão no ponto.
Quebra-se a carapaça do siri com uma
pedra limpa e come-se a carne com suco
de limão.
Se julgar necessário, prepare um molho
de pimenta fresca para acompanhar os
siris. E sirva, também, farinha de mandioca
branca e crua.
Texto escrito por Página Viva.
Quem construiu a Tebas de sete portas?
Nos livros estão nomes de reis.
Arrastaram eles os blocos de pedra?
E a Babilônia várias vezes destruída. Quem a
reconstruiu tantas vezes? Em que casas da Lima
dourada moravam os construtores?
Para onde foram os pedreiros, na noite em que
a Muralha da China ficou pronta?
A grande Roma está cheia de arcos do triunfo.
Quem os ergueu? Sobre quem triunfaram os
césares?
A decantada Bizâncio tinha somente palácios para
os seus habitantes? Mesmo na lendária Atlântida
os que se afogavam gritaram por seus escravos
na noite em que o mar a tragou.
O jovem Alexandre conquistou a Índia.
Sozinho?
César bateu os gauleses.
Não levava nem sequer um cozinheiro?
Filipe da Espanha chorou, quando sua Armada
naufragou. Ninguém mais chorou?
Frederico II venceu a Guerra dos Sete Anos.
Quem venceu além dele?
Cada página uma vitória.
Quem cozinhava o banquete?
A cada dez anos um grande Homem.
Quem pagava a conta?
Tantas histórias.
Tantas questões.

Bertold Brecht (1898/1956): Dramaturgo e poeta alemão, foi um dos maiores críticos sociais de seu tempo, e ficou conhecido pelo estilo irônico de sua obra, que inclui letras de músicas

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